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Nova ordem da CCM quer empresas nacionais a exportarem mais

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A Câmara de Comércio de Moçambique quer massificar a presença de empresas moçambicanas nas exportações do país. Lucas Chachine, presidente da organização, que falava durante a tomada de posse da nova direção, instou as empresas a aderirem à digitalização e a acompanharem as dinâmicas do mercado.

A Câmara de Comércio de Moçambique conferiu posse, esta segunda-feira, aos novos presidentes e vice-presidentes. Na mesma ocasião, houve também a tomada de posse dos órgãos sociais da recém-criada Câmara de Comércio e Investimentos de Moçambique.

A este grupo, a liderança da agremiação exige comprometimento na promoção da produção e da qualidade nacional para exportação.

“Neste mandato, nós queríamos ver as empresas moçambicanas a produzirem com qualidade, as empresas moçambicanas a entrarem no mercado nacional e as empresas moçambicanas a exportar. Mas isso é possível se nós, como organismo, como Câmara, juntando os esforços do Governo, trabalharmos em prol deste desiderato”, afirmou Lucas Chachine, presidente da Câmara de Comércio de Moçambique.

Chachine entende que para alcançar os resultados por si levantados é necessário que o empresariado invista na capacitação.

“Isso vai ajudar a promover o comércio interno e externo, vai garantir a capacitação técnica e efectiva dos empresários, incentivar a produção em cadeia de valor e com qualidade, adoptar a formalização das atividades econômicas como prioridade”, sustentou Lucas Chachine.

E mais, segundo o líder da organização, é necessario garantir agilidade nos processos.

“Não é possível tomarmos qualquer passo para frente se não digitalizarmos o nosso sistema, se não digitalizarmos as nossas empresas.”, acrescentou o presidente da Câmara de Comércio de Moçambique.

Os recém-empossados prometem impulsionar oportunidades de negócios dentro e fora do país.

“No mundo cada vez mais interligado, o sucesso das empresas depende em grande medida da sua capacidade de cooperar, de criar sinergias e de explorar redes de valor. Queremos que os tronos sejam plataformas vivas de conexão entre empresas, entre sectores, entre Moçambique e o mundo”, afirmou Edson Chichonge, representante dos presidentes dos Pelouros.

O cerimonia de tomada de posse decorreu na data em que a Câmara de Comércio de Moçambique celebra 46 anos de existência.

 

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